Algumas das maiores realizações e maiores abusos do desenfreado livre empreendimento no mundo dos negócios na década de 80, foram os esforços individuais que levaram comentaristas sociais a rotular o período da
“Década do Eu...”
A medida que caminhamos, percebemos que o esforço individual continua crítico,
mas a natureza do trabalho mudou.
O espetáculo deu lugar ao elenco de dezenas, centenas e até milhares de profissionais qualificados necessários para projetos maciços, tecnicamente complexos.
Estamos na “Década do Nós”, que são grupos que empregam o espírito de trabalho em equipe para atingir metas maiores e mais bem definidas.
“Lembre-se de que nenhuma pessoa é uma ilha, ou seja, completa em si mesmo”.